Comissão dos Direitos do Idoso presente no 1º Encontro com a Universidade Aberta da Maturidade

Publicado 20 de março de 2017

 

Dando seguimento à parceria estabelecida no dia 8 de março com coordenadores do curso de Direito para a implementação do artigo 22 do Estatuto do Idoso, a presidente da Comissão dos Direitos do Idoso, Rosangela Maria Lucinda, ministrou palestra na Universidade Aberta da Maturidade (UAM-UFPR) sobre a importância da representatividade do idoso. O evento, realizado na última quinta-feira (16), reuniu mais de 50 alunos idosos.

“É brilhante o trabalho desenvolvido pela UAM sob a coordenação da Dra. Adélia Junglos, pois além da questão cognitiva há a busca pela inserção, valorização da pessoa idosa, estimulando sua autoestima e contribuindo para uma vida pessoal e social, saudável. Certamente a UFPR haverá de garantir a continuidade e permanência da UAM, reconhecendo a nobre tarefa em prol dos idosos, contribuindo com isto, para a implementação do artigo 22 da Lei nº 10.741/2003”, avalia Rosângela.

Juntas, a Comissão dos Direitos do Idoso e a UAM buscam a visibilidade da pessoa idosa perante a família, a sociedade e o Poder Público, nos termos da Lei. Além da coordenadora da UAM e da presidente da Comissão dos Direitos do Idoso, estiveram presentes a advogada Jacqueline Lopes Pereira, mestranda e pesquisadora sobre a vulnerabilidade na relação familiar com ênfase na pessoa idosa, e a advogada Mariana Demetruk Marchioro, pesquisadora sobre a responsabilidade civil dos filhos por abandono afetivo inverso.

Confira alguns depoimentos de idosos que participaram da palestra:

"A aula de quinta-feira foi fantástica, a docilidade da Rosangela, a fineza com que ela trata a vida a sua volta me surpreendeu. Aprendi muito, tudo bastante construtivo. Como está valendo a pena esse curso. Muitíssimo obrigada!"

"Hoje tivemos uma palestra produtiva e com informações valiosíssimas da Dra. Rosângela Lucinda, presidente da Comissão de Direito do Idoso da OAB. Com sua simpatia e conhecimento nos encheu de orgulho de saber da inserção nos meios acadêmicos do conhecimento do estatuto do idoso. E da luta para criação de Núcleos dentro das Delegacias especializadas nas questões do idoso.
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